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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cursos de Aprimoramento Profissional


 

Curso de Qualidade de Vida no TrabalhoSaiba como implantar programas de Qualidade de Vida no Trabalho - QVT.
50 horas • Início imediato

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Vagas de Estágio e Emprego - Natal/RN

Vaga - Técnico de Segurança no Trabalho 
Empresa - Susa Mineração

Contato - Ana Débora - ana.rosa@susa.com.br
Descrição:

Experiência na área de no mínimo 3 anos;
Conhecimento das NRs, DDS, CIPA, entre outros.
Disponibilidade de residir em outra cidade;
Pretensão salarial.

Vagas de Emprego - Natal/RN


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Atitude e Comportamento Profissional

O CONTEXTO ORGANIZACIONAL ATUAL
No decorrer da história, o mundo do trabalho passou por vários tipos de transformações. Estamos vivendo uma verdadeira revolução nas atividades humanas, após o advento da informática e da globalização. As novas tecnologias e as novas formas de conhecimento estão transformando, em definitivo, a sociedade contemporânea e, no centro destas transformações, encontram-se as empresas e as formas de organização do trabalho.Durante este processo, há uma busca constante por novas estratégias – que conduzam as empresas a um nível mais elevado de eficiência e de eficácia. Essa busca por novas formas de organização do trabalho, novos estilos de comportamento e novas estruturas organizacionais está modificando o contexto das organizações.

As perguntas mais comuns em Entrevista de Emprego


A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador  consegue comprovar intuições e tirar todas dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não. 

"Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador", diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil. Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Bases, Comportamento e Sucesso


Os “cases” de sucessos profissionais estão sempre sendo alavancados pela solidez das bases pessoais, e mais do que conhecimento, entendimento e uso, o grande diferencial vem do lado ativo que consegue acionar a roda para que sua rotação atinja a capacidade de produzir aquilo que estamos pensando.
Toda insegurança é no fundo decorrente da ausência de um plano que guie na direção dos sonhos, pois afinal no resumo dos negócios, mesmo quando estruturamos adequadamente nossos dias seguintes, temos como principal desafio, o de fazer cumprir o que traçamos e nisso mais do que seguir a rotina, dependeremos de mentes de bem com a vida para o exercício diário e o enfrentamento das variações que temos que exercer para as superações.

10 razões para as empresas valorizarem o RH

Se antes a área de RH estava fadada a realizar apenas atividades burocráticas, hoje o profissional de Recursos Humanos ganhou mais espaço no meio corporativo e é reconhecido como um agente estrategista. Isso não é por acaso, afinal é através do RH que a direção da empresa chega aos talentos e conhece não somente a realidade de cada setor, como também os anseios e as expectativas do capital intelectual em relação própria à companhia. Abaixo seguem algumas razões para as empresas valorizarem, cada vez mais, a área de Recursos Humanos.

1 - Encontrar o profissional certo para uma determinada função. Toda organização enfrenta esse desafio diariamente e na "linha de frente" encontra-se a área de RH, que recebe a missão de realizar os processos de recrutamento e seleção. A partir das diretrizes da companhia, da proximidade com o gestor que solicitou a contratação do profissional, através da utilização de ferramentas adequadas e de seu próprio feeling o RH é capaz de encontrar o talento que supere as expectativas do negócio.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Quiz de Gerações



Você sabe qual a sua Geração?!

Você provavelmente já ouviu falar na Teoria das Gerações. Se sim, tenho certeza que já calculou a data de seu nascimento para entender em qual delas você se encaixa, certo? Mas nem sempre é a idade que faz essa marcação. A capacidade que você tem de estar aberto a novas informações, de se renovar é o que realmente define seu estilo em relação às gerações. Muitos de nós podemos ser “um ponto fora da curva” e não estarmos realmente encaixados na Geração na qual nascemos. Podemos sim ter crenças e estilos diferentes das pessoas que nasceram na mesma época que nós.

Vamos ver com qual delas você mais se identifica?

quinta-feira, 28 de julho de 2011

T&D - Investimento ou custo?!

Se a organização trata o treinamento da mesma forma que a música dedicada ao craque de futebol Romário e cantada pelo humorista cearense Tom Cavalcante, "treinar pra quê ê ê? treinar pra quê ê ê? treinar pra quê, se eu já sei o que fazer", é lógico que nesta situação treinamento será sempre custo, pois todos estão prontos, e isso indica que não há qualquer compromisso e necessidade de melhoria do desempenho pessoal e profissional.
É importante também lembrar que não adianta ter dez "Romários" na área se nenhum faz gol (essa frase eu já ouvi em algum lugar!). Os baixos resultados e o insuficiente desempenho pode ser causado por falta de treinamento, mas se a empresa percebe e comprova que o treinamento é um poderoso instrumento de alavancagem de negócios e resultados, um diferencial competitivo e uma necessidade constante para aperfeiçoamento e reciclagem dos seus colaboradores, com certeza ela vai tratar as ações de treinamento com mais seriedade e como um investimento estratégico e prioritário, principalmente se está em processo de mudança organizacional ou se deseja expandir o seu negócio.

O que Dr. House ensina sobre liderança?!

Para especialistas em gestão, o médico mais rabugento da TV não se daria bem em qualquer empresa.

O doutor Gregory House já falsificou exames para tratar pacientes com procedimentos experimentais. Já trocou medicamentos sem que os doentes consentissem. E, na maioria dos casos, todos saíram andando do Princenton-Plainsboro, o hospital-escola onde trabalha, no seriado de TV a cabo que leva o seu nome e volta ao ar no Brasil nesta semana. Mas até que ponto o estilo de House pode servir de inspiração para executivos do mundo real?